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| Galiza _ Junho 1999 |
O silêncio pousou na cidade vestida de luto
Triste
O tempo parou na noite que crescia dentro de mim
Fria e triste
A tua ausência mora nas ruas que percorro
No banco em que me sento, penso e descanso
A tua ausência mora dentro das portas que se fecham
Fora das janelas que se abrem
A tua ausência mora nas margens do rio que corre
No chilreio da andorinha que esvoaça
A tua ausência mora nas asas do vento que passa
Dentro desta saudade que cresce sem fim
A tua ausência mora no sussurro da brisa que sopra
A tua ausência mora dentro de mim.
ec

Forte abraço Cunhada :)
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