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| Maio 2000 Dia da mãe no ATL |
Um manto tingido de saudade
Caiu sobre a estrada por onde seguia…
Nas bermas as flores murchavam
Nos céus as nuvens choravam
Meu desalento
Minha dor
Minha inquietação
Procurei risos e sorrisos
Em vão!
Lá fora
O tempo corria
Em alvoroço
Desassossego
Rodopio que doía
Fechei as janelas, bem fechadas
Mas uma abriu-se, de mansinho...
Uma pequena princesa dava-me a mão
Réstia de luz a iluminar o caminho
Nesga de sol a aquecer a minha solidão!
Uma andorinha esvoaçou
E em alegres chilreios anunciou
Que depois do mais triste Inverno
A paisagem se veste de matizes de esperança
Sempre!
ec
Dez-2004

A vida só faz sentido se acreditar-mos que há esperança.
ResponderEliminarBeijinho TéTé.